Os sindicatos são bons a defender e a representar os que têm alguma coisa a conseguirem um pouco mais. Por isso, proponho a criação de um sindicado que defenda os que nada têm, os que não têm voz, não têm que comer, não têm casa, etc, etc. À partida, quem deve formar este sindicato serão pessoas preocupadas e que ainda têm alguma voz, daí a designação "... para os que nada têm" e não "... dos que nada têm".
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